Lendo a fascinante obra "Não há silêncio que não termine" de Ingrid Betancourt, em que ela retrata os anos passados como uma refém das Farc na Colombia, me deparo com o seguinte trecho (p.139):
"... ele de fato morrera "no meu lugar" por causa desse encadeamento exato de acontecimentos que fizeram com que tivessemos nos encontrado, sem querer: ele era meu guarda, eu, sua prisioneira. Terminando o cinto que ele ajudara a começar, perdida em minhas meditações, agradeci no silêncio de meus pensamentos o tempo que ele passara a conversar comigo, mais que a arte que me transmitira, pois descobri que o que os outros tem de mais precioso a nos oferecer é o tempo, ao qual a morte dá seu valor."
Intimida a mente...
Em cada mente existe um brilho... basta-nos conhece-lo...
quarta-feira, 27 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
As perguntas fundamentais (Parte 1)
Sento-me no banco para ver as pessoas a passar... a mente viaja...
Em uma dificil tentativa de compreensão no porque o Mundo se transformou em um lugar dificil de se viver... começo a me recordar os pensamentos filosóficos de Nietzsche sobre a origem desse sistema "imposto" que é singular: O Homem;
Com a necessidade do homem de viver em comunidade, surgiu a divisão do certo e do errado, para melhor organização, convívio e respeito ao próximo.
A origem da divisão entre Srs. e escravos foi baseada no conceito do sentimento de superioridade entre os demais, e com a medida do tempo, a divisão foi se tornando mais evidente;
Os Srs. ditos "ricos" (em poder material) tinham a interpretação que seus atos e conceitos eram os mais corretos, pois resultavam como "certos", que conquistam "sucesso", e com isso adquiriam o direito de julgar os demais.
Os escravos, que não possuíam outra opção, se diziam como "vitimas" e julgavam os Srs. como o que exite de "ruim", atos e conceitos que não condiziam com o correto.
Essa interpretação do pensamento humano pode ter passado por uma evolução, mas sua essência ainda prevalece atualmente.... há realmente uma grande deturpação no que pode se dizer como “certo” e “errado”.
Olhando novamente para as pessoas a passar... uns voltando do trabalho, outros nem trabalho tem para voltar, uns preocupados, outros felizes...
Afinal qual o sentido em tudo isso?
Em uma dificil tentativa de compreensão no porque o Mundo se transformou em um lugar dificil de se viver... começo a me recordar os pensamentos filosóficos de Nietzsche sobre a origem desse sistema "imposto" que é singular: O Homem;
Com a necessidade do homem de viver em comunidade, surgiu a divisão do certo e do errado, para melhor organização, convívio e respeito ao próximo.
A origem da divisão entre Srs. e escravos foi baseada no conceito do sentimento de superioridade entre os demais, e com a medida do tempo, a divisão foi se tornando mais evidente;
Os Srs. ditos "ricos" (em poder material) tinham a interpretação que seus atos e conceitos eram os mais corretos, pois resultavam como "certos", que conquistam "sucesso", e com isso adquiriam o direito de julgar os demais.
Os escravos, que não possuíam outra opção, se diziam como "vitimas" e julgavam os Srs. como o que exite de "ruim", atos e conceitos que não condiziam com o correto.
Essa interpretação do pensamento humano pode ter passado por uma evolução, mas sua essência ainda prevalece atualmente.... há realmente uma grande deturpação no que pode se dizer como “certo” e “errado”.
Olhando novamente para as pessoas a passar... uns voltando do trabalho, outros nem trabalho tem para voltar, uns preocupados, outros felizes...
Afinal qual o sentido em tudo isso?
Apresento-me a vocês como uma mente ativa! ... em uma saturação de questões acerca da existência; em uma grande sede de explicações para tudo isso...
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